quem dera agora
a hora que se espanta e adianta
um falo mágico e endiabrado a mim se levanta
pousa dócil e voraz em minhas mãos
se enveredando em minha garganta
o gosto que se espalha
marcando seu território de macho
e para meu deleite insano
provo o gosto do homem leviano
sugando o leite que derrama
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